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O Codex

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O Codex é um diário composto de 30 páginas escrito por Altaïr, o seu nome original é "Codex Filosophals Pages". Após a morte de Al Mualim, que documentava suas explorações na Piece of Eden que ele possuia e também contém um ponto de vista auto-biográfico de sua vida. O Codex permaneceu dentro da Ordem dos Assassinos até o momento que Domenico Auditore foi atacado por Templários. Nessa luta, o Codex foi separado e perdido.

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Ezio entregando a Leonardo uma página do Codex
BrunaaAaAdicionada por BrunaaAa
Os Assassinos tentaram juntar as páginas do Codex novamente, mas até 1476, apenas seis páginas foram reunidas. Nesse ano, no entanto, Ezio Auditore assumiu o dever de seu pai como Assassino e até 1499 já tinha localizado todas as páginas do Codex que estavam separadas através da Itália. As páginas estavam codificadas e as únicas pessoas capazes de decifrá-las eram o pai de Ezio, Giovanni Auditore, seu tio, Mario Auditore e o inventor e amigo de Ezio, Leonardo da Vinci.

O Codex também citava uma profecia que previa a chegada de um "Profeta" que iria juntar duas Pieces of Eden e abrir uma Câmara.

Índice

Arma do CodexEditar

Além da profecia, o Codex descrevia uma arma do futuro (Hidden Blade). Quando o Codex foi dividido, um pedaço descrevia a base da arma enquanto que cada outro pedaço descrevia outros mecanismos dessa arma. Assim, conforme o Codex era decifrado mais mecanismos eram possíveis de serem colocados.

Leonardo da Vinci que era fascinado por invenções, ajudou tanto a decifrar as partes do Codex, como montar essa arma. Conforme Ezio encontrava partes do Codex, Leonardo as incrementava na arma de Ezio.

PáginasEditar

Clique no "Show" azul para abrir ar páginas. E Clique no "Hide" para fechá-las novamente. Elas estão indexadas e classificadas para sua comodidade e menos espaço é ocupado em tela.

Páginas do Codex 1-10
Página 1
Há dias que estou com o artefato. Foram semanas? Meses? Não tenho mais certeza... Os outros vêm de hora em hora, oferecendo comida ou distração. Eles dizem que devo me separar desses estudos... Malik até mesmo já sugeriu que eu os abandonasse por completo. Mas ainda não estou pronto para fazer isso. Essa Maçã de Éden será entendida. Ela tem de ser entendida... Será ela uma arma? Ou ela é um catálogo? Ela é de algum jeito os dois? "Aquele que aumenta o conhecimento, aumenta a tristeza..." A filosofia por trás de tal frase eu posso entender... Mas para ela ser verdade, literalmente, a verdade? Uma sociedade que travava guerras através de idéias e informações, ao invés de ferro e espadas... Sua função é simples até mesmo elementar. Dimínio. Controle. Mas o processo... Os métodos e meios que ela emprega... ESSES SIM são fascinantes. Aqueles sujeitos ao seu brilho são prometidos tudo o que desejam. Lhes é pedido apenas uma coisa em troca: Obediencia total e completa. E quem pode realmente recusar? É pura tentação.
Eu lembro de meu próprio momento de fraqueza quando confrontado por Al Mualim, minha confiança, abalada por suas palavras. Ele que tinha sido como um grande pai, agora, me foi revelado como sendo um dos meus maiores inimigos. Apenas a menor gota de dúvida seria o suficiente para ele entrar em minha mente. Mas eu fiz seus fantasmas desaparecerem, restaurei minha confiança e o mandei embora desse mundo. Eu me libertei. Mas agora eu imagino... Realmente me libertei? Aqui eu estou, sentado, desesperado para entender algo ao qual eu jurei destruir.
É por isso que a Maçã tem uma história a contar. Eu sinto o movimento de algo - grande e poderoso... Estamos todos em risco. É meu dever fazer algo sobre isso. Eu não devo, eu não posso, desistir até achar a verdade.















Página 2
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Página 3
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Página 4
Seguem a três grandes ironias da Ordem dos Assassinos:


  1. Procuramos promover a paz, mas assassinatos são nossos meios;
  2. Buscamos abrir as mentes dos homens, mas isso requer obediencia a um mestre e um conjunto de regras.
  3. Queremos revelar o perigo da fé cega, mas, nós mesmos praticamos-na.





















Eu não tenho resposta satisfatória para nenhuma dessas 'acusações' apenas possibilidades... Quebramos as regras a serviço de um bem maior? E se quebramos, o que dirão de nós? Que somos mentirosos? Que somos fraudes? Que somos fracos? Todo momento é gasto, lutando contra essas contradições e apesar de todos esses anos refletindo, eu não consigo achar resposta plausível... E temo que uma não exista. Nada é verdade. Tudo é permitido. Nossa crença nos dá a resposta então? Que um possa ser duas coisas, uma totalmente oposta à outra, simultaneamente? E porque não? Eu não sou a prova disso? Nós de nobres intenções, cheios de métodos bárbaricos? Nós que celebramos a santidade da vida e prontamente tiramos-na de nossos inimigos?















Página 5
Quem foram Os Que Vieram Antes? O quê os trouxe aqui? Há quanto tempo? Séculos? Milênios? Antes disso? Tão pouco resta deles... O quê os fez ir embora? E aqueles artefatos? São mensagens em garrafas? Ferramentas deixadas para trás para nos ajudar e guiar? Ou nós lutamos por controle sobre esses artefatos, apesar deles, os criadores de tal, não concordarem, dando significado e propósito divino a nada mais do que brinquedos discartados?















Página 6
Robert de Sable pode estar morto, mas sua irmandade sobrevive. Apesar de estarem chamando menos atenção para si, ainda temo que eles sejam uma ameaça. Antes andando orgulhosamente pelas ruas, sendo alvos mais fáceis, agora eles se retiram para as sombras. Cada vez fica mais dificil para descobrir seus paradeiros. Que coisas doentis eles irão planejar na escuridão? O que for, só tornará nosso trabalho mais dificil. Ouvimos rumores de um movimento em Cyprus. Terei de investigar... Tudo isso me faz perceber que nossas táticas, também, devem mudar. Isso significa um fim à nossa fortaleza. Significa um um fim também aos nossos espetáculos publicos de assassinação. Temos de fazer e executar nossos planos na escuridão. E devemos fazer, diferente, do que fizemos no passado.Eu peço aos meus irmão que abandonem seus rituais, mas não peço que abandonem sua crença. ISSO é o que nos faz Assassinos. Não o remover de um dedo, não a promessa de um falso paraíso, não a proibição do uso de veneno. Nosso dever é com o povo e não com os costumes. Se devemos ser furtivos, que sejamos. Se devemos fazer o uso de veneno, que façamos. Se nossas lâminas podem ser usadas sem a remoção de um dedo, que assim seja. Também não devemos manipular nossos iniciantes com o uso de truques e mentiras. Devemos falar honesta e verdadeiramente. Devemos nos renovar...















Página 7
Pensei que Adha seria a que me lideraria pelo resto, que, junto dela, aposentaria minha espada e viveria como um homem normal. Mas agora sei que esses sonhos são melhores quando os esqueço... Seu rosto. Tento bani-lo de minha mente enquanto relembro o dia e noites no qual eu gastei perseguindo os seus captores Templários através dos mares. Quase cheguei a eles em tempo. Quase. Se eu tivesse sido mais rápido. No entando, eu segurei seu corpo sem vida em meus braços, vi o terror refletido em seus, fixos, olhos que não piscavam...Eu cacei cada homem, um por um, até que todos os responsáveis não estivessem mais nesse mundo. Mas não houve alegria nisso. Sem satisfação, não tirou o peso da minha consciência. Suas mortes não a trouxeram devolta. Não curaram minha feridas. Despois daquilo, eu estava certo de que eu nunca sentiria por uma mulher o que eu senti por ela.Eu sou sortudo por estar errado a respeito disso.















Página 8
Porque nossos instintos insistem em violencia? Eu estudei as diferentes interações entre as epécies. O desejo de vida interior parece pedir a morte de outro. Porque eles não podem sentar e conversar? Tantos acreditam que o mundo foi criado por um poder divino, mas, apenas vejo a criação de um louco, inclinado a celebrar a destruição e o desespero. Nossas origens parecem caóticas. Desentendidas. Propósito e existência parecem instilados solenemente pela passagem do tempo. Impostos primeiro pela natureza e depois pelo homem.















Página 9
Através do tempo, qualquer sentença proclamada alta e por tempo o bastante se torna fixa. Se torna a verdade. Mas, é claro, se você puder garantir o silêncio de seus oponentes. Mas se você tiver sucesso, e remover todos os desafiantes, por regra padrão, tudo o que remanecer é a verdade.

É verdade em algum senso objetivo? Não. mas como alguem atinge um ponto de vista? A resposta é que você não atinge. É literalmente, físicamente impossível. Existem muitas variáveis. Muitos campos e fórmulas a considerar. Podemos tentar, claro. Podemos chegar mais perto de uma revelação. Mas não vamos alcançá-la, nunca.





















E então eu percebi que, enquanto os Templários existirem, tentarão dobrar a realidade a seu favor e vontade. Eles reconhecem que não há tal coisa como a verdade absoluta, ou se existe, estamos fora do páreo para alcançá-la. Então substituindo essa 'verdade', eles criam suas próprias explicações. Esse é o princípio de sua tão chamada "Nova Ordem Mundial"; remodelar a existência à sua própria imagem. Não é sobre os artefatos. Não é sobre os os homens, esses por sua parte, meras ferramentas. É sobre conceitos. Espertos eles são. Porque, como alguem declara guerra contra um conceito?





















É a arma perfeita. Ela não tem uma forma física, apesar disso, pode alterar o mundo em numerosas, às vezes violentas, formas. Você não consegue matar uma crença. Mesmo se você matar todos os seus seguidores, destruir todas as suas escrituras, nas melhores das hipóteses, as ultimas são poupadas, alguém, algum dia, a redescobrirá. A Reinventará. Acredito que até mesmo nós, Assassinos, simplesmente redescobrimos uma Ordem que é mais antiga que o Velho [=Al Mualim, fundador da Ordem]















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Páginas do Codex 11-20
Página 11
Átis. Dionísio. Hórus. Krishna. Mithra. Jesus. Estórias similares colorem suas vidas. Muitos similares, eu acho. Nascimento divino. Perseguição. Disciplos. Atos milagrosos. Ressureição.

Como é possível?





















Talvez não seja... Pode ser uma única estória contada através dos tempos? Que foi pego emprestada e então, reajustada aos tempos em que eram contadas? Assim como nossa linguagem e ferramentas são? Essa lenda é fato ou ficção? Talvez um pouco dos dois? Poderiam essas figuras serem as mesmas pessoas, com sua vida extendida e transformada por um Piece of Eden?





















Al Mualim falou sobre Jesus como se ele fosse uma pessoa real, um mortal que se tornou mestre na artes de manipulação. Mas e se ele estava errado? Se esses homens são reais, e se eles andaram por nós muitas vezes antes, isso significa que eles virão novamente? Talvez eles estão aqui agora? Tantas questões, e a cada dia, mais...















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Duas Lâminas Ocultas e novas técnicas de assassinação.A Lâmina Oculta é uma compania constante ao longo dos anos para nós. Alguns dizem que ela nos define, e eles não estariam completamente errados. Muitos de nossos sucessos não seriam possíveis sem ela. Mesmo assim, o dispositivo tem mostrado sua idade. E, por isso, venho pesquisando melhoramentos, além de não precisar remover o dedo anelar de quem a usa.A primeira, é a adição de uma placa de metal, ela pode ser usada para defletir golpes. Os outros Assassinos acreditam que ela é forjada com um novo metal, e eles me creditam pela descoberta da fórmula (Incluida nessa página). É melhor que eles não saibam a verdade.Eu também comecei a trabalhar com Malik para desenvolver novos métodos de assassinação: De cima, de pontas de prédios, e por lugares aonde podemos nos esconder. Movimentos básicos, mas também, muito importantes.O terceiro e final melhoramento é o mais simples, a provisão de uma segunda Lâmina oculta, idêntica à primeira de todos os jeitos. Se um Assassino alguma vez se achar em uma situação onde tem de eliminar dois alvo, ele só precisa atacar uma vez, mas, de um jeito a alcançar o dois no mesmo momento. Essas lâminas serão limitadas em numero desde que o metal para forjá-las é escaço, e é de dificil obtenção. Vou precisar escolher cuidadosamente aqueles que serão permitidos em usar duas Lâminas Ocultas.















Página 14
O homem busca domínio sobre todas as coisas com a qual ele se encontra. Suponho que seja uma tendência natural aspirar pelo controle do ambiente à sua volta. Mas isso não deve incluir outros seres humanos. A cada dia, mais são pressionados ao serviço, ou por decepção ou por força. Outros, não tão firmemente aprisionados, são levados a acreditar que suas vidas nada valem. Eu vi o jeito pelo qual homens perseguem mulheres. Ouvi as palavras ásperas daqueles que vêm de outras terras. Assisti enquanto aqueles que acreditam ou agem diferente, são levados ao sofrimento.

Discutimos tais coisas frequentemente, assistindo tudo, das torres de Masyaf. O que pode ser feito para parar tudo isso? Para encorajar tolerância e equalidade? Em alguns dias, acreditamos que a educação seria a resposta, que o conhecimento nos libertará da imoralidade. Mas enquanto eu ando pelas ruas e vejo escravos a venda, meu coração gela. Quando eu vejo um marido que abusa e se saga de sua mulher, insistindo que ela só existe para serví-lo, meus punhos se fecham. E quando vejo crianças sendo separadas de seus pais, apenas para o lucro de um homem, mandadas para o deserto, debaixo de sol escaudante, para morrer...





















...Nesses dias eu não acho que um diálogo fará diferença. Nesses dias eu apenas acho que os desrespeitadores devem morrer.















Página 15
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Página 16
A Apple é mais do que um catálogo que nos precede. Dentro de seu embaralhado e brilhante interior eu peguei pequenas partes do que acontecerá. Tal coisa não deveria ser possível. Talvez não seja. Talvez, é uma simples sugestão. Como saber? Como ter certeza?

Eu contemplo as consequencias dessas visões: Elas são imagens de coisas que virão, ou simplesmente o potencial do que pode ser? Podemos influenciar o futuro? Somos bravos o bastante para tentar? E se fizermos isso, simplesmente confirmaremos o que vimos?





















Eu estou divido, como sempre, entre agir e não agir, não é claro se alguma, ou as duas, farão diferença. Eu sequer fui feito para fazer alguma diferença? Mesmo assim, eu mantenho esse diário. Ele não é uma tentativa de mudança, ou talvez garantir, o que vi?















Página 17
De todas as coisas que vi, nenhuma me deixa tão alarmado quanto a imagem de chamas. Pilares tão altos quanto o próprio céu. O chão rangia e se despedaçava. Montanhas se rachavam e se abriam. Grandes torres de metal, se abriam, e seus conteúdos caiam sobre o chão... E em todo o lugar, haviam gritos. Um coro tão terrível que os ouço até agora.

Que loucura é essa que vi? São eles, eu imagino? Os Que Vieram Antes... Isso foi para onde eles foram? Para o fogo? Para a poeira? Talvez esse poder destrutivo é o que os Templários buscam. Que eles possam nos controlar, ameaçando destruir tudo. Que esperança teríamos, então, se eles tivessem tal escuridão em suas mãos, eles poderiam assassinar o mundo...















Página 18
Somos obrigados a nos esconder. A ser silenciosos. A traçar o curso da história em segredo. Mas de algum jeito, meus irmãos e irmãs discordam. Sua raiva cresce, insistindo que nos camuflar seria um erro. Eles dizem que atrapalha nosso trabalho. Mas eles não entendem os riscos. Nos expor a essa altura seria perigoso. Temo que sejamos nomeados de loucos e atacados. Eles precisam ver a razão por si mesmos. Se eu disser a um homem "seja tolerante, seja educado, seja de mente aberta", essas palavras irão morrer muito antes de surtirem qualquer efeito. Seria um desperdício. E assim devemos manter nosso curso.















Página 19
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Uma lenda fala sobre o Velo de Ouro. Poderia ele estar relacionada a essa armadura?...Eu refinei mais ainda o processo metalurgico, me permitindo produzir uma armadura que o mundo nunca viu......Ela tem grande resistencia, mas é tão leve que permite completa mobilidade......Eu passo de maravilhado a aterrorizado. Aqui, nós construimos uma coisa que com certeza mudará a face da guerra, fazendo aqueles que a usam, quase invencíveis......Talvez foi um erro criá-la. Acho que é melhor apagar a fórmula. E se caísse nas mãos de inimigos? O risco é muito grande...















Página 20
Eu estudei as fés pagãs que têm a obceção por um unico e divino criador. Parece que eles se focaram mais nas forças que nos regem do que as regras arbitrárias morais...

O sol nasce na manhã e se põe na noite. As marés sobem e descem. A grama cresce, cernelha, morre e, mais uma vez, emerge do solo. O ar se torna frio, e se torna quente. Algum tipo de energia escondida nos mantêm grudados ao chão e nos puxa devolta quando tentamos sair dele.





















Cada um desses movimentos são representados por uma deusa ou um deus. Cada força, sem rosto, mas, reconhecível como algo distinto e poderoso. E sem dizer que há uma conexão entre essas forças, que seriam um grupo de espíritos individuais, com suas próprias regras. Mãos invisíveis guiando o progresso do mundo ao nosso redor.





















E aqui há uma tentativa de categorizá-los, estudá-los, explicá-los e entender o jeito que as coisas funcionam, mesmo se eles forem falsos. Não mais. Agora somos pedidos a sucumbir a uma explicação mais simplificada. Quão ingênuo em acreditar que há uma única resposta a toda questão. Todo mistério. Que existe uma luz, única, e divina que nos comanda. Eles dizem que é essa luz que traz a verdade e o amor. Eu, digo que é uma luz que nos cega, e nos força a ajoelhar-mos sob a ingnorância





















Eu espero pelo dia em que o homem deixe os monstros invisíveis para trás e mais uma vez abrace a explicação racional do mundo. Mas essas novas religiões são tão convenientes, e prometem um punimento tão severo para aqueles que as rejeitam. Eu temo que o medo nos manterá presos à maior mentira que já foi dita.


Páginas do Codex 21-30
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Em alguns dias eu sinto a falta da minha familia... Ou pelo menos, sinto falta da imaginação sobre eles. Nunca conheci meus pais muito bem, apesar que os dois tenham vivido dentro dessas paredes. Era nosso jeito, nosso costume. Talvez eles estavam tristes, mas eles não mostravam sinal disso, não lhes era permitido.

Por mim, a maioria da minha juventude foi gasta em treinamento, havia muito pouco tempo para pensar sobre nossa separação. E então quando eles estavam finalmente perdidos para mim, pareceu a partida de dois completos estranhos. Al Mualim era meu pai, e seu fraco e desonesto amor, pareceu o bastante, melhor até. Ou assim eu pensei.





















Algum dia eu terei um filho, assim como a Ordem manda. E eu não farei o mesmo erro. E ninguem que se atreve se dizer um Assassino também fará. Devemos ser permitidos dar amor a nossos filhos, e em troca, ser amados. Al Mualim acreditava que tais sentimentos nos enfraqueciam, sendo a causa de nossas hesitações quando estávamos em risco. Mas se realmente lutarmos pelo que é justo, o amor não faz esse sacríficio mais fácil, sabendo que lutamos pelo ganho daqueles que amamos?















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Página 26
Eu tenho a resposta agora. Eu sei a verdade. Eu não vou tocar aquela coisa macabra novamente. É melhor que ninguém o faça, agora e nunca. Eu tentei, pelo menos, destruí-la, mas ela não quebra, nem dobra e derrete. Oh, a ironia, eu estou certo de que se eu perguntasse à propria Maçã ela me responderia o que precisa ser feito. Mas, mesmo essa promessa é insuficiente. Como sempre ela tem um presente a dar. Eu devo refazer minha palavras. Ela deve ser selada. Vou levá-la à ilha, uma vez deles, Templários, e agora nossa. Há um tesouro lá, bem escondido, e isso deve ser o bastante. É perigoso me separar da Apple, outros podem a encontrar. É ainda mais arriscado mentê-la por perto. Alguma hora eu ficarei tentado. Sou fraco. Todos somos. Quem não seria? Oh, as coisas que eu vi... A lenda está aqui, dentro desse texto. Não entre as linhas, mas por baixo delas. Onde apenas nossos olhos podem chegar. Vá e veja por sí mesmo. Para que você possa ter sucesso, aonde falhamos. O tempo continua correndo, trazendo com ele novas descobertas e desenvolvimentos. E que algum dia a porta para o corredor seja aberto e a mensagem seja entregue. Eles terão seu Profeta.















Página 27
Estamos crescendo. Mais pessoas vêm à nossa fortaleza a cada dia. Homens e mulheres. Jovens e velhos. De diferentes terras. Ou diferentes fés. Cada um conta um estória similar, de ter descoberto a primeira parte da nossa crença: Que nada é verdade.

Mas, muitas vezes, a revelação os desfaz. Eles perdem sua moral, sua certeza, sua segurança. Muitos são levados à loucura. Devemos guiá-los. Ajudá-los a se curar. Suas mentes não devem estar cheias de contos de fadas, mas ao invés disso, conhecimento. Que eles tenham suas respostas, e deixe que as respostas sejam difíceis e complexas. Assim como a vida é.















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Página 29
Uma maré negra nasce ao leste, um exército com tamanho e poder que toda a terra tem tido preocupações. Seu líder chamado Temujin, que adotou o título de Genghis Khan. Ele vai através da terras, conquistando e submetendo todos em seu caminho. Quaisquer que sejam seus motivos, ele deve ser parado. Se eu fosse mais jovem, eu poderia fazer esse trabalho em segredo, suspeito da presença de uma Piece of Eden. Mas esses anos já passaram. Agora, o manto deve ser passado. É hora de falar com meus filhos. Vamos viajar juntos até lá, para que eles possam ser testados e essa ameaça seja parada.















Página 30
Logo, devo sair desse mundo. É a minha hora. Todas as horas do dia, agora, cheias de pensamentos e medos suportados por essa realização. Eu sei que os elementos de meu corpo retornarão à terra. Mas e minha consciência? Minha indentidade? Quero dizer, o que vai acontecer COMIGO? Suspeito que tudo acabará. Não há um próximo mundo. Nem um retorno a esse. Simplesmente acabará. Para sempre.

Nossa vidas são tão curtas e não importantes. O cosmos não se preocupa com nós. Pelo que fizemos; E se fizéssemos mal ao invés do bem. E se eu tivesse escolhido abusar da Apple ao invés de guardá-la? Nada importaria. Não há contagem. Não há recompensa. Sem julgamento final. Simplesmente silencio. E escuridão. Completa e absoluta... E então eu comecei a imaginar, não há algum jeito de parar, ou ao manos adiar a morte? Claro que Os Que Vieram Antesnão eram tão frágeis e fracos como somos. Mas jurei não fazer mais nada com o artefato. Jurei não olhar em seu centro. Mas: no estado como estou, na beira de meu fim, qual seria o mal de dar uma última olhada...?

Parede formada com o CodexEditar

Se observarmos a parede através da Eagle Vision, podemos notar que é o mesmo mapa que Altaïr vê no final de Assassin's Creed. E já que o Codex foi escrito por ele, é provável que seja o mesmo mapa.

CuriosidadesEditar

  • As inscrições no Codex, em vermelho, contendo o mapa-mundi, são parecidas com as Mensagens Ocultas no laboratório no final de Assassin's Creed. Possivelmente Altaïr usou a mesma técnica de Subject 16 para deixar as inscrições longe de olhos "não merecedores", escrevendo com seu próprio sangue.

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